sábado, 12 de novembro de 2011

Peru – 8º dia

Desta vez durmo mais. Ufa! Estava começando a ficar preocupado.

Hoje vamos visitar uma cartomante que o Oscar quer conhecer. O taxista mente. Não conhece o endereço e passamos uns 20 minutos buscando a pracinha de referência. O paizão fica puto, dá uma bronca e entendemos porque o antigo patrão do motorista, brasileiro, o apelidou de maluco. O cara era realmente doidinho.

A mulher tem um jeito estranho e impõe algumas restrições. Fico na sala de estar enquanto ambos vão à sala de jantar conversar. Ouço tudo.

Saímos de lá e começo a sentir dor de cabeça. Incomoda. Não costumo ter, por isso comento. Chegamos na casa da vó e de cara reclamo que estou com muito cansaço. Estranho também. Preciso descansar. Almoço e imediatamente me retiro. É a primeira vez em dias que durmo durante o dia. Acordo umas 18h. Próximo programa: nossas primas nos convidaram para um jantar. O Aldo está doido para comer Chifa (comida chinesa), então, a um desses restaurantes iremos.

Se arrumou bem, mas um pouco fora do
horario. Normal.
Nos preparamos, pegamos o taxi (tadinho, teve que esperar meu irmão retardatário), passamos para pegar a Evelyn em casa e em mais alguns minutos estamos na Plaza San Miguel, um shopping enorme e muito bonito, ao ar livre, onde tínhamos ido com a tia Ali no nosso primeiro dia de Peru.

Primeiro vamos a um restaurante chique, mas o Aldo estava a fim de uma experiência mais caseira. Fazemos nossas primas passar vergonha e vamos ao da quadra seguinte, onde a família costuma ir, o CostaSur. Pedimos jantar para 4 pessoas e não damos conta. É comida demais. Dizem que o peruano come muito. Seria o suficiente para os amigos delas darem conta, mas não para nós, que estamos acostumados com dieta diferente e preocupados em manter um peso saudável.

Nosso primo Enrique nos alcança para decidirmos a que lugar iremos dançar. Deixamos a Evelyn em casa (tinha que trabalhar), a Rosalyn se troca, pegamos o Giovani, amigo do nosso primo, e vamos dançar. A recepcionista percebe o sotaque e nos dá entrada VIP a preço de pista. Parece que dão essa regalia aos estrangeiros.

As primas Rosalyn e Evelyn no Chifa.
Sobrou muita comida
Como a casa não estava muito cheia decidimos ir à pista para interagirmos mais, mas quando começamos a nos soltar a Salsa acaba e outros ritmos tomam vez. O salão esvazia ainda mais e buscamos um segundo lugar onde possamos curtir mais. A prima Rosalyn se recusa a ir a alguns lugares e decidimos ficar ali mesmo, na quadra ao lado, numa danceteria onde toca Salsa Cubana, que é do agrado dela.

Chegamos já mais empolgadinhos e dançamos muito. Muito! A banda acaba e ficamos mais um pouco curtindo os ritmos diversos.

Saímos de lá e o pessoal quer fazer uma boquinha. Vamos a uma lanchonete conhecida deles, pedem frango frito com batatas fritas (pedido comum), eu fico com meu suco de mix de frutas. Não estou tão bem assim para exagerar.

El cantor nocturno
Passa um homem com um Cajón peruano (instrumento musical de percussão) oferecendo-se para tocar e o Kike permite com a intenção de que conheçamos. O dono da lanchonete baixa o volume do som e o show começa. Para meu espanto, os clientes das outras duas mesas começam a cantar. Todos se empolgam e acompanham os sucessos do intérprete. O primo pede para o moço cantar mais e oferece 10 Soles (uma gorjeta beeeeem generosa), mas, desconfiado, o músico pressiona para receber o dinheiro adiantado e estraga todo o clima. Vamos embora deixando um por um de taxi e chegamos em casa `as 5h da manha. A vo' Ducelia, ja' acordada, nos recebe. Estava eletrico e ja' clareava o dia, mas durmo.









Fotos da noite:


Kike nos encontra no Chifa. Olha o pacote
de comida que sobrou

Casa da Evelyn e Rosalyn - aguardando para o
inicio da baladinha

El Tumbau

El Tumbau

Aldo com primo Kike e prima Rosalyn

Primos reunidos

Botando a prima para malhar

Me empolguei


Curtindo a boa companhia do primo

Ranguinho pos-balada

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