Hoje fui para São Paulo assistir um curso do Mestre DeRose que abordava o tema karma e dharma, desenvolvendo o conceito referente às nossas ações e alguns de seus possíveis desdobramentos.
Num determinado momento tocou num assunto bem esclarecido para os que conhecem e praticam a filosofia do SwáSthya Yôga, público daquele curso. Tratava sobre as drogas e da sua presença na nossa cultura.
Na nossa sociedade, há drogas e drogas. Algumas delas, como a maconha, a cocaína, o LSD, são proibidas, proibições rigorosas estas capazes de alocar os dependentes químicos em indesejadas e excludentes rodas da sociedade. Mas há outras mais comuns, como o cigarro e o álcool, que nem são levadas a sério, de tal forma que sequer são vistas como drogas pela mente comum e menos atenta. Ao contrário, são tão poderosas formas de socialização que as pessoas sentem-se pressionadas a consumir o dito veneno.
O álcool e o fumo estão de tal forma inseridos na nossa cultura que me lembra um cenário na Mama África. Quando fui até lá dar uma força para a formação de professores na aldeia Bilibiza, percebi a receptividade muito negativa dos moradores locais, nosso público-alvo. Eu me perguntava, por que essas pessoas que tanto sofrem vivendo em precárias condições não vêem a nós, voluntários que trabalham para seu desenvolvimento, como seus melhores aliados? A resposta era mais simples do que poderia imaginar: Porque eles não precisam de ajuda! A história deles está permeada pelas mesmas circunstâncias desde os tempos remotos. Foi assim que seus avôs viveram e morreram, que seus pais viveram e morreram, e é assim que eles estão vivendo e morrerão. É parte da sua cultura, é a vida que conhecem e à qual se acostumaram.
Comparando com nossa situação no continente Americano, estamos introduzidos num ambiente em que algumas drogas fazem parte da cultura. Elas vão nos consumindo, nos matando pouco a pouco, nos fazendo acostumar com o aumento lento de mal-estar e penar, e quando menos percebemos, adquirimos todos os males aos quais estamos acostumados. Males que foram a causa da morte dos nossos avós, pais e provavelmente serão a causa da nossa morte. O pior é que passaremos esse legado aos nossos filhos e eles nem perceberão que estão sendo consumidos pelas drogas que "não fazem mal", e por isso são "permitidas".
Diabetes, AVC, câncer de pulmão, pressão alta, complicações hepáticas, entre dezenas de outras doenças estão na lista das que adquirimos por anos a fio de dedicação envenenando nosso precioso corpo, instrumento perfeito de evolução.
Coisas simples do dia-a-dia nos tomam a vida vagarosamente. Quantos anos será que perdemos todos os meses devido à alimentação deficiente, ao envenenamento dos nossos sistemas orgânicos pelas emoções e pensamentos pesados e pela falta de respirar com totalidade e aproveitar o potencial dos nossos pulmões em absorver e assimilar energia?
Quantos anos de vida será que os praticantes de SwáSthya Yôga ganham a cada aula? E de cultura? E de descobrimentos pessoais que não tem preço e que essa filosofia milenar proporciona? Ao certo não se sabe, mas comparando a vida de um frequentador dessa prática com seus colegas da mesma idade que vivem a rotina dos vícios sociais, é fácil percebermos a diferença na saúde física, emocional e mental, neles, às vezes, visivelmente comprometidas.
Karma é assim. Nem bom nem ruim. Mas pode ser ambos. Aproveitemos o poder das nossas escolhas para atuar naquilo que possibilite desenvolver nossa saúde, bem-estar e prazer na vida.
Aos praticantes de filosofias de autoconhecimento, parabéns pela escolha rumo a mais energia, vitalidade e consciência!
Com carinho,
Daniel Franco
Trechos deste texto foram retirados do curso Karma e Dharma, do Mestre DeRose.
Num determinado momento tocou num assunto bem esclarecido para os que conhecem e praticam a filosofia do SwáSthya Yôga, público daquele curso. Tratava sobre as drogas e da sua presença na nossa cultura.
Na nossa sociedade, há drogas e drogas. Algumas delas, como a maconha, a cocaína, o LSD, são proibidas, proibições rigorosas estas capazes de alocar os dependentes químicos em indesejadas e excludentes rodas da sociedade. Mas há outras mais comuns, como o cigarro e o álcool, que nem são levadas a sério, de tal forma que sequer são vistas como drogas pela mente comum e menos atenta. Ao contrário, são tão poderosas formas de socialização que as pessoas sentem-se pressionadas a consumir o dito veneno.
O álcool e o fumo estão de tal forma inseridos na nossa cultura que me lembra um cenário na Mama África. Quando fui até lá dar uma força para a formação de professores na aldeia Bilibiza, percebi a receptividade muito negativa dos moradores locais, nosso público-alvo. Eu me perguntava, por que essas pessoas que tanto sofrem vivendo em precárias condições não vêem a nós, voluntários que trabalham para seu desenvolvimento, como seus melhores aliados? A resposta era mais simples do que poderia imaginar: Porque eles não precisam de ajuda! A história deles está permeada pelas mesmas circunstâncias desde os tempos remotos. Foi assim que seus avôs viveram e morreram, que seus pais viveram e morreram, e é assim que eles estão vivendo e morrerão. É parte da sua cultura, é a vida que conhecem e à qual se acostumaram.
Comparando com nossa situação no continente Americano, estamos introduzidos num ambiente em que algumas drogas fazem parte da cultura. Elas vão nos consumindo, nos matando pouco a pouco, nos fazendo acostumar com o aumento lento de mal-estar e penar, e quando menos percebemos, adquirimos todos os males aos quais estamos acostumados. Males que foram a causa da morte dos nossos avós, pais e provavelmente serão a causa da nossa morte. O pior é que passaremos esse legado aos nossos filhos e eles nem perceberão que estão sendo consumidos pelas drogas que "não fazem mal", e por isso são "permitidas".
Diabetes, AVC, câncer de pulmão, pressão alta, complicações hepáticas, entre dezenas de outras doenças estão na lista das que adquirimos por anos a fio de dedicação envenenando nosso precioso corpo, instrumento perfeito de evolução.
Coisas simples do dia-a-dia nos tomam a vida vagarosamente. Quantos anos será que perdemos todos os meses devido à alimentação deficiente, ao envenenamento dos nossos sistemas orgânicos pelas emoções e pensamentos pesados e pela falta de respirar com totalidade e aproveitar o potencial dos nossos pulmões em absorver e assimilar energia?
Quantos anos de vida será que os praticantes de SwáSthya Yôga ganham a cada aula? E de cultura? E de descobrimentos pessoais que não tem preço e que essa filosofia milenar proporciona? Ao certo não se sabe, mas comparando a vida de um frequentador dessa prática com seus colegas da mesma idade que vivem a rotina dos vícios sociais, é fácil percebermos a diferença na saúde física, emocional e mental, neles, às vezes, visivelmente comprometidas.
Karma é assim. Nem bom nem ruim. Mas pode ser ambos. Aproveitemos o poder das nossas escolhas para atuar naquilo que possibilite desenvolver nossa saúde, bem-estar e prazer na vida.
Aos praticantes de filosofias de autoconhecimento, parabéns pela escolha rumo a mais energia, vitalidade e consciência!
Com carinho,
Daniel Franco
Trechos deste texto foram retirados do curso Karma e Dharma, do Mestre DeRose.
Um comentário:
Olá! gostaria muito de me comunicar com vc. quero me tornar instrutora de yôga. Como faço? Há algum curso pela intert que seja válido?
Obrigada!!!
Anne Coelho. anneschiwa@yahoo.com.br
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