Ontem, numa interessante conversa com a Gerente de Negócios e Oportunidades de uma de nossas empresas-clientes de Yôga Laboral, abordei um assunto que há muito tempo me chama a atenção. Falei sobre a caridade.
Para entrar nesse assunto mencionei uma frase bíblica bastante conhecida: Amai ao próximo como a ti mesmo. Analisando bem, essa frase insita ao autoconhecimento, já que exige de cada um de nós desenvolver o amor próprio para depois levá-lo, naturalmente, ao outro.
Porém, vejo gente que utiliza a "caridade" como uma forma de encontrar um pouco da felicidade escassa, quando na verdade ela deveria ser como uma parceira, esposa ou marido. Minha vida sem uma parceira é boa, é interessante, é gostosa, sinto-me bem e aprecio cada momento como uma oportunidade de crescimento. Já a vida com uma parceira é uma dádiva, é estar com alguém que me faz sentir ainda melhor, é ter alguém ao meu lado para crescer comigo, para me impulsionar e vice-versa e construirmos juntos algo positivo para ambas as partes.
Por que então a caridade virou sinônimo de busca alternativa de um pouco de felicidade?
Porque nos negamos a oportunidade de conhecer-nos melhor, porque não sabemos o que realmente nos faz felizes e buscamos desesperadamente o que fomos ensinado a buscar desde criança: a aprovação alheia.
Trabalhe o autoconhecimento e aprenda a fazer caridade.
Essa jornada é longa e uma evolução constante de ideal. Vale a pena, pois em primeiro lugar é libertadora.
Com carinho,
Daniel Franco
Consultor de Qualidade de Vida e Autoconhecimento
Para entrar nesse assunto mencionei uma frase bíblica bastante conhecida: Amai ao próximo como a ti mesmo. Analisando bem, essa frase insita ao autoconhecimento, já que exige de cada um de nós desenvolver o amor próprio para depois levá-lo, naturalmente, ao outro.
Porém, vejo gente que utiliza a "caridade" como uma forma de encontrar um pouco da felicidade escassa, quando na verdade ela deveria ser como uma parceira, esposa ou marido. Minha vida sem uma parceira é boa, é interessante, é gostosa, sinto-me bem e aprecio cada momento como uma oportunidade de crescimento. Já a vida com uma parceira é uma dádiva, é estar com alguém que me faz sentir ainda melhor, é ter alguém ao meu lado para crescer comigo, para me impulsionar e vice-versa e construirmos juntos algo positivo para ambas as partes.
Por que então a caridade virou sinônimo de busca alternativa de um pouco de felicidade?
Porque nos negamos a oportunidade de conhecer-nos melhor, porque não sabemos o que realmente nos faz felizes e buscamos desesperadamente o que fomos ensinado a buscar desde criança: a aprovação alheia.
Trabalhe o autoconhecimento e aprenda a fazer caridade.
Essa jornada é longa e uma evolução constante de ideal. Vale a pena, pois em primeiro lugar é libertadora.
Com carinho,
Daniel Franco
Consultor de Qualidade de Vida e Autoconhecimento
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